VOCÊ JÁ ACORDOU COM MEDO DA FALTA E SE SENTINDO UMA FARSA?

Por Laís Letícia

Hoje eu acordei me sentindo um pouco diferente como de costume. Na verdade, eu acordei como 

Costumava acordar há algum tempo, quando eu achava que aquela era uma sensação normal, um velho sentimento conhecido pelo meu corpo, antecipando uma avalanche de pensamentos desordenados, tomando conta de mim antes mesmo de eu abrir os meus olhos.

A sensação é sempre parecida: palpitações misturadas com uma leve tremedeira e uma contração na região do tórax.

Calma, eu não estava tendo um ataque não, passei longe disso. Quando me dei conta, pesamentos invadiram a minha cabeça, aquela vozinha que, sempre que houver uma chance, por menor que seja, vai insistir em te falar coisas que vão te tirar do teu centro. No meu caso, nesta manhã específica, foram coisas assim:

– Cara, você tá maluca? Tá fazendo o que ai só gastando? E em euros ainda por cima? Como você vai fazer pra se manter? Pirou? E se todo o seu dinheiro acabar? Pra onde você vai? Você tá em outro continente!

E se você não tiver pra onde ir? Acabou tudo! Você gastou além da conta ontem, se continuar desse jeito seu dinheiro vai acabar antes do previsto e você vai ficar sem ter pra onde ir… e ai, como que fica?

Tipo um Armagedon matinal.

No momento em que a minha mente resolveu dar um respiro, eu também resolvi dar um, neste caso, ainda mais profundo, e realizar o meu pequeno “ritual” matinal que, após meses, acho que até anos, de treino e insistência, hoje já meio que rolam automaticamente quando eu acordo, exceto em dias de Armagedon.

Um “ritual” que consiste em acordar em paz e muito grata pelo novo dia.

Sentir o privilégio de estar em uma cama quentinha e confortável, de ter passado uma noite tranquila de sono, respirar e sentir o ar entrando em meus pulmões e colocar uma intenção consciente para que aquele seja mais um dia de muita mágica, contribuições ou seja o que for, o que eu esteja na vibe naquela hora.

Beleza, fiz isso… Mas não foi o suficiente. Ela veio e me deu outra rasteira:

– Cara, você é uma FARSA! Tá ai toda metida a falar de abundância mas tá com medo da falta? Hã! Toma essa agora!

Sabe, tem horas que não adianta muito você brigar e argumentar com o ego. Fiz um joinha e deixei a coisa quieta, toda aquela sensação, aqueles pensamentos e aquele sentimento de medo sendo processados no meu interior e resolvi levantar e tomar um café.

E foi aí também que eu percebi que eu não sou uma farsa, longe disso… eu sou HUMANA.

 E como humana, uma das minhas principais responsabilidades é estar constantemente me LEMBRANDO de quem sou… um verdadeiro MILAGRE! E você, como ser humano que é, também deve lembrar-se disso.

Eu não sei exatamente em que momento do dia isso aconteceu, mas caíram várias fichas, e uma visita a uma cidadezinha chamada “Lovere” me relembrou que os milagres e a abundância estão sempre em todas as partes, a gente só precisa estar PRESENTE pra se dar conta disso.

Sabe, é muito fácil nos esquecermos… às vezes acontece, a gente entra nessa frequência do medo… e tudo bem. O que não deveria acontecer é achar que nós somos aquilo que não lembramos, entende? Ou então entrar no esquecimento e esquecer de lembrar!

Por isso, eu resolvi fazer uma listinha aqui que pode te salvar quando esse tipo de perrengue rolar com você…

Quando a sua mente pirar e quiser te levar pro medo, tente:

1 — Não discutir nem discordar destes pensamentos, simplesmente deixe que eles passem pela sua cabeça, sem julgamento;

2 —Respirar tranquila e profundamente, quantas vezes forem necessárias.

3 — Observar o que a sua mente está metralhando na sua cabeça e se dar conta de que nada daquilo é real! Todos aqueles pensamentos são FANTASIAS criadas pela sua mente somente para te proteger. Ela não quer que você passe perrengue, então ela resolve exagerar um pouquinho…

4 — Caso alguma ou algumas daquelas coisas sejam REAIS, tenta perceber qual é o tamanho e a importância que você está dando pra aquilo.

Muitas vezes, colocamos um peso muito grande em questões que nem são tão grandiosas assim… O modelo social em que estamos inseridos dá um valor exagerado a questões como trabalho, dinheiro, status.

Mas, na boa, isso não é tudo! Observe qual o peso que tudo isso tem pra você e questione, repense.

5 — Perguntar de quem é tudo aquilo. De quem você está comprando esses pontos de vista, esses pensamentos, esta frequência? Realmente são seus? Ou são de outra pessoa? São da sociedade em que você está inserido? Caso identifique, DEVOLVA. Você não precisa ficar com algo que não te pertence.

6 — Se, por algum motivo, você realmente estiver atravessando uma situação delicada neste momento, olhe pra ela e diga: isso também passa! Sim, é meio clichê mas é bem real. Absolutamente nada é permanente.

E se essa situação está durando tempo demais, talvez seja o momento de perceber o que ela veio te mostrar. Sim, tudo que nos acontece sempre traz uma mensagem, algo que devemos aprender sobre nós mas que ainda não estamos nos dando conta.

Talvez olhar pra tudo isso e perguntar: O que não estou percebendo aqui? O que há por trás disso que eu não consigo enxergar? … Não responda com a sua mente racional, simplesmente deixe que a resposta venha até você do jeito que tiver que vir. E aceite.

7 — Saia de casa, vá dar uma volta no quarteirão, tome um sorvete caso esteja calor ou uma bebida quentinha se for frio. Sinta o efeito disso no seu corpo.

Repare em alguma paisagem, por mais simples que seja: uma árvore, um lago, uma flor, no vento… Qualquer coisa que te remeta beleza e note o quanto de abundância existe ao seu redor. Isso sim é real. A falta é apenas uma ilusão.

E por fim…

Lembre-se: você NUNCA estará desamparado se se lembrar de se lembrar de quem você realmente é. Um ser que veio para este planeta somente pra isso… viver e ser o MILAGRE que já é.

Estes são apenas alguns recursos que eu mesma utilizo quando rola um esquecimento. Felizmente, eles estão sendo cada vez menos frequentes… Mas não existe perfeição, esta é uma prática constante.

Experimente por um dia, quem sabe dois, três… até que a lembrança seja mais frequente do que o esquecimento. Você só tem a ganhar com isso! Depois me conta?

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