PLATÃO E O DESPERTAR DE UMA NOVA CONSCIÊNCIA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Olá amados! Hoje convidamos vocês a refletir com a gente, sobre a relação
dos conceitos de escuridão e ignorância, luz e conhecimento.
É sabido por nós, que a sociedade em sua configuração atual, tem as suas
verdades baseadas em tudo aquilo ao qual nos foi passado, através das
religiões e escrituras antigas, mas uma parte essencial dessas verdades, foi
suprimida da história da humanidade e estes segredos tem muita relação
com o mito da caverna de Platão.

Quatro séculos antes de nosso amado Mestre Jesus encarnar na Terra,
Platão nos alertava para a distorção com que nós, ainda nos dias atuais,
observamos a realidade.
A metáfora conta que alguns prisioneiros viviam, desde o seu nascimento,
acorrentados numa caverna. Eles passavam todo o tempo, a olhar para a
parede do fundo da caverna, que era iluminada pela luz de uma fogueira.
Nesta parede o que eles viam eram projeções e sombras de pessoas, de
animais, de plantas e de objetos que passavam, pelo lado de fora da
caverna. Essas imagens mostravam aos prisioneiros cenas e situações do
dia-a-dia.

Você também pode ouvir essa mensagem em vídeo: https://youtu.be/SZtgcohHqDQ

Essa era a vida como eles a conheciam, aquelas eram as suas verdades,
pois eles davam nomes a essas sombras e passavam seus dias analisando e
julgando o que viam.
Acontece que certo dia, um desses prisioneiros, se desvencilhou das
correntes e passou a explorar a caverna, o que havia ali dentro e também o
mundo que havia lá fora.
E então ele conheceu uma outra realidade, totalmente diferente daquela
que ele e seus companheiros julgavam ser possível e percebeu que passou
a vida, analisando e julgando apenas sombras, imagens projetadas na
parede.
Quando saiu da caverna e entrou em contato com o mundo real, se
encantou com os seres de verdade, com a natureza real, com os sons e
tudo o que havia lá fora.
Ele ficou tão maravilhado e extasiado com aquele novo mundo, que quis
voltar para a caverna, ansioso para passar o conhecimento adquirido, para
os outros prisioneiros, porém, o que aconteceu foi que os prisioneiros que
não conheciam a realidade, não acreditaram no que ele viu e sentiu, porque
só eram capazes de acreditar na realidade que enxergavam na parede
iluminada da caverna, só acreditavam nas sombras, só acreditavam nas
verdades, que eles próprios criaram e cultivaram durante anos.
O bravo homem que agora era um ser liberto, foi ridicularizado, chamado
de louco e ameaçado de morte, caso não parasse de falar daquelas ideias
que lhes pareciam tão absurdas.

Grande parte da população mundial hoje se comporta como os prisioneiros
da caverna. Tem uma visão completamente distorcida da realidade.
Como os prisioneiros da caverna, enxergam e acreditam apenas nas
verdades que a grande mídia ou suas doutrinas religiosas, através de seus
padres, pastores ou gurus lhes oferecem.
Acatam informações que julgam importantes, mas que, no entanto, não
afetam em nada suas individualidades, não alteram em nada suas
existências, não colaboram de forma prática para a expansão de suas
esquecidas consciências.
E o que fazemos em relação à essas pessoas? Enviamos energias de bons
pensamentos para que se libertem da ilusão. O que fazemos com relação
aos ataques dessas pessoas?
Recorremos ao nosso entendimento de que são apenas consciências
dormentes, impomos limites e seguimos adiante, enviando boas energias
para que despertem da ilusão.
A única maneira de conhecer a realidade é se libertando da influência da
caverna a qual fomos todos colocados desde o nosso nascimento.
O senso comum dispensa estudo e investigação e na metáfora de Platão é
representado pelas projeções vistas pelos homens através das sombras.
O conhecimento, por sua vez, baseado na busca livre de pré-conceitos e
pré-julgamentos é representado pela decisão de explorar além dos limites
da caverna.
Para se libertar é preciso buscar a reconexão com aquela criança que olhava
o mundo e suas infinitas possibilidades, sem julgar o que era ou não
possível, o que era ou não real, aquela criança que queria explorar,
conhecer, descobrir.
Quando estávamos no útero materno, a barriga de nossas mães era a
realidade. O calor, a segurança, o conforto.
Lá naquele mundo perfeito, não imaginávamos que teríamos que sair, que o
plano original não era permanecer ali naquela bolha, protegidos do mundo.
Quando bebês no útero de nossas mães, dificilmente acreditaríamos que
existia algo além do útero, algo além do interior da barriga de nossas mães.
Para um bebê, quando se aproxima a hora do nascimento, de vir à luz, de
sair para o mundo, tudo é estranho, confuso e fazendo uma alusão ao nosso
comportamento humano, imaginamos que o bebê não gostaria de
interromper aquilo que estava indo tão bem. Sair pra quê?!
Mas ele precisou ser empurrado para fora, através das contrações do útero
de sua mãe, exatamente o que está acontecendo agora com todos nós,
estamos sendo empurrados para uma nova consciência, uma nova
realidade, por mais que possamos aceitar isso ou não, isso está
acontecendo.

O seu nascimento para este novo mundo, pode ser mais difícil ou mais
suave, o que vai determinar isso é o quanto você está disposto a
transcender o medo, que você ainda pode ter do desconhecido.
Nossa mãe Gaia sabe a hora em que estaremos prontos para renascer!
E assim como foi quando fomos trazidos para fora, começaremos a perceber
de outra forma a claridade, as cores, os aromas, outros sons, e logo uma
infinidade de coisas e formas desconhecidas e inimagináveis, se
apresentaram diante de nossos olhos.
Podemos dizer que no útero de nossas mães, vivíamos na escuridão e
precisamos sair para fora, para ver a Luz e esse é o ciclo da evolução
humana, a superação das crenças e do que é habitual, para o nascimento
do Novo!
Em nosso processo de despertar da consciência, acontece um fenômeno
semelhante. O medo do desconhecido, as crenças enraizadas, a
desconfiança e as incerteza de como se vive liberto em uma caverna de
prisioneiros.
Amados, a nossa sugestão amorosa com a reflexão de hoje é que nos
momentos de incerteza e preocupação com o futuro, lembre-se de que já
tivemos um grau maior de medo, menos informações e contato com a
realidade do que temos agora e, é por isso, que nos momentos de
ansiedade ou conflito, você pode dizer a si mesmo que está tudo bem!
A Vida é muito mais do que parece ser! Somos seres cósmicos, expressões
da Fonte e irmãos de Cristo. A expansão da consciência envolve a
ampliação das percepções, sobre si mesmo e sobre o universo.
Fazendo um contraponto, com os prisioneiros da metáfora de Platão, as
correntes que mantém, a humanidade presa à caverna, não são correntes
de ferro, mas as correntes da inércia e do comodismo.
Isso porque, a sociedade segue a tendência de nos moldar, para aquilo que
ela quer de nós, que é aceitar somente o que nos é oferecido, através das
informações tidas como tradicionais e “seguras”.
Expandir a consciência é expandir a percepção da realidade, algo bem
parecido com o que o personagem do mito de Platão, esteve fazendo quatro
séculos antes da vinda de Cristo e que o próprio Cristo nos deixou como
legado através de seus ensinamentos.
Aqui lhe enviamos sempre, as energias do mais puro Amor para que você
possa sentir e perceber que é sempre muito apoiado a expandir a sua Luz e
expressá-la, da forma mais próspera e abundante possível!

Gratidão amados, em Amor e Luz, Equipe Luz Das Estrelas

Fonte\texto: https://luzdasestrelas.com.br/

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