Contextos Históricos

A religião é e sempre foi um negócio lucrativo, tanto para políticos, como para religiosos. Para os políticos a fé religiosa significa ter uma massa fanática sob controle e para o alto escalão de líderes religiosos é um negócio que movimenta bilhões todos os anos. 

Só para se ter uma ideia, o patrimônio financeiro da igreja católica é avaliado em mais de oito bilhões de dólares, isso, sem contabilizar o patrimônio imobiliário que envolve edificações e terras espalhadas ao redor do mundo que tem valores inestimáveis.

O homem condicionado ao véu da Matrix é um ser adorador e carente de divindades, portanto, uma presa fácil desde o início dos tempos!

Milhões de crentes na Bíblia e frequentadores de igreja, com todo respeito à liberdade religiosa e a escolha individual de se crer no que quiser, na minha humilde opinião, são pessoas que estão perdendo muito de seu precioso tempo, dinheiro e energia, adorando a um Deus que está fora e muito distante do que elas acreditam ser Deus.

O Deus bíblico como veremos a seguir se distancia muito da ética e  analisando juntos trechos da própria bíblia, você poderá ver que o Todo poderoso está completamente fora do contexto da divina espiritualidade que a igreja tenta introduzir na consciência religiosa dos seus fiéis.

A condição da humanidade sob a Terra, poderia ser mudada para melhor e de forma muito mais rápida, se esses recursos (tempo, dinheiro e energia) fossem usados para resolver os problemas do mundo, mas de forma voluntária e principalmente, sem cunho religioso, ações práticas de amparar o próximo com o que se tem de sobra, pelo simples fato de nos vermos como irmãos, como semelhantes e não para ganhar algum reino de algum céu!

Além disso, muitos não sabem, mas a Bíblia não é apenas a Bíblia. Ela também funciona como uma espécie de Constituição. Natural: o Livro Sagrado não é exatamente um livro, mas uma coleção de 66 livros. Alguns são basicamente de histórias, como o livro de Gênesis, que narra o início dos tempos e as origens do povo de Israel.  

Mas outros não, ou seja, eram obras que, antes de entrarem para a Bíblia, tinham vida própria na forma de códigos de conduta. Versões antigas, escritas entre o século 10 a.C. e 5 a.C., daquilo que hoje conhecemos como “código civil” e “código penal”. 

Esses códigos, essas leis, estão principalmente nos livros Deuteronômio e Levítico.  Mas aparecem por praticamente toda a Bíblia, inclusive no Novo Testamento, escrito a partir do século 1 e que revisou boa parte dessas leis, ou seja, muitos preceitos bíblicos além de ser contraditórios, estão sujeitos a mais de uma interpretação. 

O agravante nessa história é que toda vez que as pessoas vêem a Bíblia como a palavra de um Deus verdadeiro, justo e onisciente, e tentam fazer com que as leis e práticas comportamentais da sociedade, reflitam fielmente os ensinos bíblicos, a confusão e a distorção de valores está anunciada, onde erros graves e danos, ocorrerão em nome do Deus bíblico! 

Nesse caso, a Bíblia não é um guia para alcançar a felicidade e o bem-estar de todos, em vez disso, o livro perpetua as idéias de um passado ignorante, violento e supersticioso que impede a humanidade de ascender a um nível superior de consciência, discernimento e verdadeiro amor ao próximo, seja o próximo quem for!

Os detalhes de toda essa investigação é claro que não podemos publicar no Youtube, por motivos óbvios.

No quinto episódio da série: CONTEXTOS HISTÓRICOS, uma série investigativa produzida especialmente para a plataforma Luzplay@ vamos analisar juntos e de forma minuciosa: AS CONTRADIÇÕES BÍBLICAS. É hoje às 21h. Acesse o link aqui abaixo e venha descobrir com a gente tudo aquilo que o sistema não quer que você saiba!

https://cursoseadluzdasestrelas.com.br/luz-play-videos-2/

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