A MARATONA DA ASCENSÃO

 

 

 

 

 

Quantas vezes você tentou meditar, rezar,ou simplesmente se concentrar, os pensamentos vieram e você sem se dar conta, pegou carona em um deles….

Diariamente, nos deparamos com esta situação, mas se você permitir que os pensamentos fluam como ondas no mar ,ou como a corrente de um rio, vai perceber que esta pratica, se tornará cada vez mais fácil.

Aquietar a mente e aceitar que não podemos modificar o que já passou é um dos primeiros passos, para conseguir se conectar com o seu Eu superior e assim obter as respostas necessárias para agir da melhor maneira no aqui e agora.

Para ilustrar vou lhes contar uma breve historia:

Certa vez, um grupo de monges precisava fazer uma travessia de uma montanha a outra, todos eles sabiam que no caminho, encontrariam varias situações que tentariam tirá-los do foco. Uma das regras que eles seguiam dentro dos ensinamentos, era o fato de não poder em hipótese alguma, tocar em uma mulher.

Seguiam tranquilos, meditando e se alegrando a cada etapa do trajeto alcançada. De repente, ouviram uma mulher clamando por socorro, desesperada!

Ela estava se afogando, em um rio.

Alguns monges, certos de que um outro alguém, iria aparecer para fazer o resgate, passaram por ela e seguiram o caminho , afinal de contas, eles não poderiam tocar naquela mulher.

Porem um jovem monge, que estava participando da travessia pela primeira vez,  ficou extremamente incomodado com a situação e como por instinto, se atirou no rio e salvou a mulher.

Após seguiu o seu caminho, com o sentimento bom de ter salvo uma vida.

Um velho monge o interpelou dizendo – você sabe que não podia ter feito aquilo!

O jovem respondeu – sim eu sei, mas não tive escolha, ela estava se afogando.

Continuaram a caminhada… longas horas depois o velho monge novamente disse : Que lástima, você tocou naquela mulher!

 E mais uma vez. o jovem monge respondeu – foi necessário, eu não poderia deixá- la morrer.

Longos quilômetros se passaram, vários dias ficaram para traz, e ainda muito contrariado, o velho monge tornou à julgá-lo: “Não entendo como você pode estar tão tranquilo, afinal de contas, você quebrou um de nossos principais juramentos.

O jovem então,  parou, olhou fundo nos olhos dele e disse: “Veja, eu realmente toquei naquela mulher, porém, eu a deixei nas margens do rio, ao contrario de você que a está carregando até aqui.

Então, amados, sabemos que problemas irão vir à tona, desilusões, tristezas, questionamentos irão bater à porta dos seus pensamentos, porém cabe à você, no caso de gritos desesperados, interagir para acalmá-los, aceitando o fato de que, sim, às vezes é necessário deixá-los vir, assim como logo após, usar da sabedoria divina para deixá- los às margens do rio.

 Carregá- los dia apos dia, como uma bagagem que pesa mais e mais, servirá apenas para alimentar sentimentos de culpa e ansiedade, acarretando em mais sofrimento e confusão.

Ou seja queridos amigos, em algum momento, você vai precisar permitir que toda esta bagagem fique para traz, porque somente largando os pesos que acumulamos em nosso caminho é que poderemos chegar ao topo da montanha.

É fácil: certamente que não, porém, é como correr uma maratona, para começar precisamos apenas colocar um pé na frente do outro várias e várias vezes. A energia aplicada, o alimento adequado, as horas de treino necessárias, todas estas respostas virão com a prática.

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Autor: Dafne Lima

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